sexta-feira, 19 de junho de 2015

Marquês de Borba Branco 2014

Castas: Arinto, Antão Vaz, Viognier
Álcool: 12,5%
PVP: 4,99€

Nova colheita do Marquês de Borba branco, pronta para o Verão que se inicia.
Este vinho é um best seller de João Portugal Ramos, com uma relação qualidade preço de assinalar.
O 2014 está muito fresco, jovem, com notas citrinas a dominarem o nariz.
Bela acidez, bebe-se muito bem a acompanhar pratos leves de verão. Ponto positivo para o baixo grau alcoólico, que o torna ainda mais apetecível para o calor.
Um bom vinho, ainda muito jovem, equilibrado, fácil, sem grandes pretensões e a cumprir bem a sua função.

Carlos Amaro

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Marquês de Borba Tinto 2013

Castas: Alicante Bouschet, Aragonez, Trincadeira, Touriga Nacional
Álcool: 14%
PVP:  4,99€

O Marquês de Borba tinto deve ser dos vinhos mais conhecidos de Portugal, e há boas razões para isso.
É um vinho que nunca desilude, colheita após colheita tem mantido um nível de qualidade a bom preço que o torna um sucesso.
Este 2013 mantém o perfil de anos anteriores. Está ainda muito jovem, com aroma intenso a fruta madura, nomeadamente amoras e cassis.
Elegante, e equilibrado na boca, é um vinho muito bem feito, que dá prazer a beber.
Excelente para o dia a dia e para consumo imediato, mas que não desdenha ser guardado um ou dois anos para que possamos avaliar a sua evolução.

Carlos Amaro

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Pouca Roupa 2014

A João Portugal Ramos lançou no mercado uma nova gama de vinhos, com o nome Pouca Roupa.
Estes vinhos têm um preço de referência de 3,99€, e na gama da João Portugal Ramos posicionam-se em termos de preço entre o Lóios (três euros) e o Marquês de Borba (cinco euros).
Pouca Roupa é um nome que surge ligado ao nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a estes vinhos.
Foram lançados um Branco, um Tinto e um Rosado, sendo que vou falar do Branco e Tinto.

Pouca Roupa tinto 2014
Castas: Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Alfrocheiro
Região: Alentejo
Álcool: 14% vol.
Estágio: Estágio em cubas de inox com micro oxigenação controlada. Ligeiro estágio em carvalho francês.

O Tinto é um vinho muito jovem, com aromas de frutos silvestres bem maduros, algum floral e notas qb de madeira.
Na boca é suave, muito polido, com a fruta silvestre muito presente, notas compotadas, algumas especiarias e final médio e seco.
No caso deste tinto, acho que o ideal será uma temperatura no máximo de 16º para tirar mais partido da juventude e fruta do vinho.




Pouca Roupa Branco 2014
Castas: Verdelho, Sauvignon Blanc, Viosinho
Região: Alentejo
Álcool: 12,5 % vol.

Nariz muito fresco, com fruta tropical e citrinos, e um fundo vegetal-
Na boca é frutado, com uma componente vegetal dada pelo Sauvignon Blanc a torná-lo interessante. Boa acidez, e final médio e seco.
Esta secura final ajuda a ir bebendo sempre mais um copo. A baixa graduação alcoólica é um ponto positivo, tornando-o mais leve.
Um branco de verão, para esplanada, mas que também acompanha bem peixes e saladas à mesa.


Num mundo onde há cada vez mais jovens a interessar-se por vinho, não é surpreendente a chegada ao mercado desta nova nova gama de vinhos.
São vinhos descontraídos, feitos para serem fáceis de beber e capazes de atrair novos consumidores. Não custam uma fortuna e apresentam-se muito bem feitos e equilibrados.
Parecem-me uma boa aposta

Carlos Amaro

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

simplesmente... Vinho 2015


Vai ter lugar nos dias 27 e 28 de Fevereiro a 3ª edição do simplesmente... Vinho, aquele que é considerado o primeiro evento vínico off português.
É uma excelente alternativa aos eventos tradicionais, um evento independente e alternativo, que reúne na Ribeira do Porto um conjunto muito interessante de produtores, que valem por si só uma visita.

Nesta 3ª edição, para além dos vinhos, há a possibilidade de degustar petiscos de restaurantes, e em cada um dos dois dias fecha-se a festa com a atuação de bandas portuenses: sexta-feira os Leo Parda e os Daltónicos; no sábado o grande final é com Thee Magnets.

Localizado na Ribeira do Porto, 27 e 28 de Fevereiro, no espaço do laboratório de investigação cultural da SKREI - Galeria Gadus Morhua.


Estarão presentes as seguintes representações:

España: Alberto Nanclares Bodegas Nanclares | Alfredo Maestro Bodegas Alfredo Maestro | José Luis Aristegui Bodega José Aristegui | Miguel Alfonso Adega Pedralonga.

Minho: Fernando Paiva Quinta da Palmirinha | Tony Smith Quinta de Covela | Vasco Croft Aphros.

Douro: João Roseira Quinta do Infantado | Joaquim Almeida Quinta Vale de Pios | Mateus Nicolau de Almeida Muxagat | Rita Marques Conceito | Tiago Sampaio Olho no Pé | João Hoelzer Quinta de Val da Figueira | Pedro Garcias Mapa | João Menéres Quinta do Romeu.

Dão: Álvaro e Maria Castro Quinta da Pellada | António Madeira António Madeira | João Tavares de Pina Terras de Tavares | Carlos Ruivo Lagar de Darei | Christelle & Casimir Fonte de Gonçalvinho | Sara & António Casa de Mouraz.

Bairrada: Dirk Niepoort Quinta de Baixo | Filipa Pato Filipa Pato | Luís Pato Luís Pato | Mário Sérgio Nuno Quinta das Bágeiras.

Lisboa: António Marques da Cruz Quinta da Serradinha | Pedro Marques Vale da Capucha.

Alentejo: Miguel Louro Quinta do Mouro | Vitor Claro Dominó | João Afonso Cabeças do Reguengo.

Madeira: Ricardo Diogo Barbeito

Portugal: Cheios de Sede Morangueiro | Young Winemakers Vadio Hobby Camaleão Clip | Luis Seabra Luis Seabra | Luísa Sarmento Skrei

Restaurantes: Joana Vieira Delicatum (Braga) | Luís Américo & Miguel Morais Casa Ribeiro | Rui Paula DOP | Cristovão de Oliveira e Sousa Ode | Ricardo Teixeira Coelho chef Coelho | Vitor Claro Claro! (Paço de Arcos)

SIMPLESMENTE... VINHO 2015
SKREI Galeria Gadus Morhua
Largo do Terreiro, Ribeiro do Porto
Entrada: 8€
Incluí: Copo Oficial, Prova de Vinhos, Degustação de Petiscos, Exposição de Arte, Música ao Vivo
Estacionamento: Infante (a 350m) e Alfândega (a 800m)
www.facebook/simplesmentevinho

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Roquette & Cazes 2008

Um dia cheio de más notícias, como hábito de passado recente. O vazio do fim de dia temperado com os paradoxos da praxe... reúnem-se todas as condições para procurar um amigo na garrafeira, decantar, respirar, descodificar...

Começa o monólogo, eu não lhe digo nada, mas ele farta-se de falar comigo. Começa tímido no nariz, mas após 10 minutos de decantação expressa primeiro notas vegetais, com o aroma da violeta bem marcado, secundado por fruta vermelha madura, afinadinho como um solista de orquestra.

Não falo da sua cor, nos meus amigos tintos estou-me borrifando para a cor, não sou mesmo nada racista.

No retro nasal expressa de novo a fruta e na boca surge clara a harmonia com a madeira, veludo, tudo muito bem casado, taninos polidíssimos. Está muitíssimo elegante, deve gastar fortunas no ginásio.

Face a provas anteriores em 2013 e 2014, evoluiu muito bem, tem vindo sempre a crescer, bem mais expressivo e definido no aroma, corpo médio mas com a finesse de uma madame francesa.
Parece estar no seu auge e recomendo consumo imediato, durante 2015.

Inspirou-me e bebi-o até à última gota, não se queixou por um segundo que seja...

Touriga Nacional, Tinta Roriz & Touriga Franca: três castas, duas famílias, um terroir...
Roquette & Cazes 2008

Mário Rui Costa


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Mafarrico Branco 2013

Mafarrico Branco 2013
Produtor: Álvaro Martinho Lopes
Castas: Fernão Pires, Códega, Malvasia Rei, Malvasia fina, Viosinho e Gouveio provenientes de vinhas velhas
Álcool: 13,5%

Uma nova marca de vinho, que não conhecia de todo, e que começou por me chamar a atenção pelo nome e pelo bem desenhado rótulo. Mafarrico, no sentido de criança traquinas. O rótulo de imagem apelativa e juntamente com o nome chamam bastante a atenção.
Para além da curiosidade do nome e rótulo, ao verificar que o produtor era Álvaro Martinho Lopes, o mesmo do tinto Maquia, de que gosto bastante, não hesitei e comprei para provar, o que se revelou uma boa decisão.

É um vinho branco proveniente de vinhas velhas de Santa Marta de Penaguião, com mistura das castas Fernão Pires, Códega, Malvasia Rei, Malvasia fina, Viosinho e Gouveio em socalcos tradicionais.
O vinho é bastante fresco, com aromas frutas e algum químico. Na boca é bastante guloso, com fruta madura, encorpado, alguma gordura bem equilibrada pela boa acidez.
Gostei bastante, é um vinho muito interessante e para o preço (5,5€) está muito bem.

Carlos Amaro

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Marquês de Borba Branco 2013

Marquês de Borba Branco 2013
Castas: Arinto, Antão Vaz e Viognier
Teor Alcoólico: 12,5%

Colheita de 2013 do bem conhecido Marquês de Borba branco.

Citrino no nariz, com algum tropical, direto, e agradável.
Boa acidez na boa, notas cítricas alguma estrutura. Um perfil mais leve do que a colheita anterior, que era um vinho um pouco mais gordo.
É um vinho que faz boa figura quer em refeições leves, quer apenas como aperitivo, para beber sem preocupações. Nota positiva para os apenas 12,5% de álcool.

O preço mantém-se na gama dos 5€
Carlos Amaro