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terça-feira, 23 de junho de 2015

Herdade do Esporão Verdelho 2014

Castas: Verdelho
Álcool: 13,5%
PVP: 8€

Há vinhos que por vezes surpreendem, mesmo sendo velhos conhecidos, como é este monocasta Verdelho da Herdade do Esporão.
Bebo regularmente as colheitas que vão saindo deste vinho, e agrada-me sempre a relação qualidade-preço que mantém, mas este 2014 está num patamar de qualidade que me surpreendeu e impressionou.
 
Na minha opinião este 2014 é um grande branco. Tem um nariz muito expressivo e sedutor, com notas citrinas, algum floral e uma boa dose mineral num todo muito equilibrado.
Muito fresco  e elegante na boca. Excelente acidez a acompanhar a vivacidade da fruta, torna-se quase viciante.
Está mesmo muito bem conseguido, e torna-se ainda mais impressionante sabendo que se produziram 60 mil litros do vinho. Por este preço é um vinho a comprar sem hesitações.

Como nota adicional, este vinho foi o vencedor do Concurso Vinhos de Portugal 2015, tendo sido considerado ao mesmo tempo o melhor vinho monocasta e o melhor vinho do concurso. 
Esta foi a primeira vez que estes títulos foram atribuídos a um vinho branco.

Carlos Amaro

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Marquês de Borba Branco 2014

Castas: Arinto, Antão Vaz, Viognier
Álcool: 12,5%
PVP: 4,99€

Nova colheita do Marquês de Borba branco, pronta para o Verão que se inicia.
Este vinho é um best seller de João Portugal Ramos, com uma relação qualidade preço de assinalar.
O 2014 está muito fresco, jovem, com notas citrinas a dominarem o nariz.
Bela acidez, bebe-se muito bem a acompanhar pratos leves de verão. Ponto positivo para o baixo grau alcoólico, que o torna ainda mais apetecível para o calor.
Um bom vinho, ainda muito jovem, equilibrado, fácil, sem grandes pretensões e a cumprir bem a sua função.

Carlos Amaro

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Mafarrico Branco 2013

Mafarrico Branco 2013
Produtor: Álvaro Martinho Lopes
Castas: Fernão Pires, Códega, Malvasia Rei, Malvasia fina, Viosinho e Gouveio provenientes de vinhas velhas
Álcool: 13,5%

Uma nova marca de vinho, que não conhecia de todo, e que começou por me chamar a atenção pelo nome e pelo bem desenhado rótulo. Mafarrico, no sentido de criança traquinas. O rótulo de imagem apelativa e juntamente com o nome chamam bastante a atenção.
Para além da curiosidade do nome e rótulo, ao verificar que o produtor era Álvaro Martinho Lopes, o mesmo do tinto Maquia, de que gosto bastante, não hesitei e comprei para provar, o que se revelou uma boa decisão.

É um vinho branco proveniente de vinhas velhas de Santa Marta de Penaguião, com mistura das castas Fernão Pires, Códega, Malvasia Rei, Malvasia fina, Viosinho e Gouveio em socalcos tradicionais.
O vinho é bastante fresco, com aromas frutas e algum químico. Na boca é bastante guloso, com fruta madura, encorpado, alguma gordura bem equilibrada pela boa acidez.
Gostei bastante, é um vinho muito interessante e para o preço (5,5€) está muito bem.

Carlos Amaro

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Marquês de Borba Branco 2013

Marquês de Borba Branco 2013
Castas: Arinto, Antão Vaz e Viognier
Teor Alcoólico: 12,5%

Colheita de 2013 do bem conhecido Marquês de Borba branco.

Citrino no nariz, com algum tropical, direto, e agradável.
Boa acidez na boa, notas cítricas alguma estrutura. Um perfil mais leve do que a colheita anterior, que era um vinho um pouco mais gordo.
É um vinho que faz boa figura quer em refeições leves, quer apenas como aperitivo, para beber sem preocupações. Nota positiva para os apenas 12,5% de álcool.

O preço mantém-se na gama dos 5€
Carlos Amaro

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Pai Abel Branco 2009

Pai Abel 2009
Castas: Bical e Maria Gomes
Produtor: Quinta das Bágeiras
Álcool: 14,5%

Sou fã dos vinhos da Quinta das Bágeiras há bastante tempo, desde os colheitas aos fantásticos garrafeiras.
São vinhos sérios, sóbrios, feitos para acompanhar comida, e normalmente com excelente potencial de envelhecimento.
A partir de 2009, surgiu a referência Pai Abel, numa homenagem de Mário Sérgio ao seu pai.
O primeiro a ser lançado foi o branco, com uma produção mínima (1380 garrafas).
Vinho com uvas seleccionadas de um lote de vinhas com aproximadamente vinte anos, fermentado em barricas usadas de 225L de carvalho francês, importadas da Borgonha.

Este é um vinho que nos faz esquecer notas de provas, apetecendo apenas dizer que o vinho está fabuloso.
Grande estrutura, foco na mineralidade e acidez. Final longuíssimo, será um vinho para guardar ainda por mais alguns anos, mas com 5 anos de idade dá já um grande prazer neste momento.
Vinhos brancos destes são a prova que a Bairrada tem um potencial imenso para fazer grandes vinhos, que saibam envelhecer, não só nos tintos, mas também nos brancos.

Carlos Amaro

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Quinta dos Carvalhais Encruzado 2008

Quinta dos Carvalhais Encruzado 2008
Produtor: Sogrape Vinhos
Álcool: 14%

Se não estou enganado, o Quinta de Carvalhais foi o primeiro Encruzado que bebi, penso que da colheita de 2006 (a par de um outro Encruzado Quinta dos Roques).
Foram esses 2 vinhos que me fizeram despertar o interesse em brancos do Dão e desde então o Carvalhais Encruzado passou a ser um vinho obrigatório lá em casa.
Ao beber este vinho agora, já com 6 anos de idade (sim, um branco já alguma idade), o que me veio à cabeça é que na generalidade hoje se bebem os vinhos demasiado cedo, na maioria das vezes logo que saem para o mercado.
E aí os produtores têm boa parte da responsabilidade, colocando os vinhos no mercado muitas vezes pouquíssimo tempo após a colheita, sem esperar por estarem mais prontos a beber.
É verdade que os custos de armazenamento e estágio encarecem os vinhos, mas acho que começa a haver mercado para vinhos estagiados por algum tempo no produtor. E acho que deve partir dos produtores o dever de tentar educar melhor o consumidor.

Este 2008 provei-o várias vezes ao longo do tempo e está agora em grande forma, mais elegante e equilibrado do que em novo.
Nariz floral, com notas fumadas e vegetais.
Na boa está ainda cheio de vida, perfeito para acompanhar um bom peixe no forno. É encorpado, mineral, frutos brancos cozidos, notas de especiarias e com uma acidez que não o deixa ficar pesado.
Ao terminar a garrafa deixou-me a vontade de beber mais e de ter guardado mais garrafas para beber nesta altura, em vez de ter consumido mais novo.
Quando é assim acho que só pode ser bom sinal para a qualidade do vinho.

Carlos Amaro 

domingo, 6 de julho de 2014

Pala da Lebre Branco 2013

Castas: Gouveio, Rabigato, Malvasia Fina
Uvas da Quinta da Penalva, a 450 metros altitude.
Fermentação em cubas de inox
Data de engarrafamento: Março 7, 2014
Álcool: 13,12 %

Primeiro vinho deste produtor recente da região do Douro.
Chama de imediato a atenção para o rótulo, quanto a mim bastante sugestivo e bem conseguido. Acho que será certamente despertador de atenções.

Passando ao vinho tem uma bonita cor amarelo citrino, aspecto brilhante.
No nariz, fruta muito fresca, com notas cítricas, e uma boa componente mineral, a dar frescura ao conjunto.
Na boca, mantém o perfil fresco, seco, com boa acidez, fruta com foco nos citrinos e belo volume de boca. Final de boa intensidade e estrutura, que irá certamente bem com comida.
Neste momento está disponível contactando diretamente o produtor, a um preço de 5,85.
Uma boa estreia, a marcar pontos numa das gamas mais concorridas de preço.

Nota: 16

Carlos Amaro

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Tons de Duorum Branco 2013

Região: Douro
Produtor: Duorum Vinhos, SA
Álcool: 12% vol
Castas: Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto e Moscatel
Preço: 3,99€

Mais uma colheita do Tons de Duorum branco, a entrada de gama da Duorum, o projeto de J. Portugal Ramos no douro.
Muito aromático, com notas de frutos citrinos e tropicais, notas doces e um toque de mineralidade e acidez muito equilibrado e agradável.
Na boca é muito fresco e equilibrado, essencialmente com notas frutadas bem complementadas pela acidez e mineralidade.
É um vinho que ano após ano se mantém consistentemente com uma das melhores rqp do mercado, sendo que neste ano de 2013 noto um pouco mais de acidez e menos doçura do que em anos anteriores, o que só vem melhorar o desempenho do vinho.

Nota: 16
Carlos Amaro

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Vila Santa Reserva Branco 2012

Castas: Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc
Álcool: 13,5%

Nova colheita do Vila Santa branco, o vinho mantém o mesmo lote de 2011, com a curiosidade de ser composto por 3 castas que não são típicas do Alentejo.
Parte do vinho fermenta em barricas novas de carvalho francês, sendo o restante fermentado em cubas de aço inox.

Cor amarelo pálido, com toques esverdeados.
Muito fresco, perfumado e intenso no nariz, com aromas citrinos, fruta tropical e muito mineral.
Na boca, continua o perfil frutado, citrino, com boa acidez e mineralidade, estruturado e complexo. Final longo, fresco e elegante.
Tem acidez e estrutura suficientes para ser capaz de evoluir bem em garrafa.
Nesta gama de preço, é dos meus brancos favoritos do Alentejo.

Nota: 16,5
Preço: 9,90

Carlos Amaro

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tons de Duorum Branco 2012

Nova colheita do Tons de Duorum Branco, mantém no lote as mesmas castas da versão do ano anterior, sendo composto por Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto e Moscatel.

Cor amarelo palha, aspecto límpido. No nariz, é intenso e exuberante, sobressaindo notas florais, fruta tropical (maracujá, ananás), toque citrino e algum mineral.
Na boca é um vinho muito apetecível e guloso, com muita fruta fresca, citrinos, tropical, envolto numa bela acidez. Muito fresco e equilibrado.
Parece mais directo e exuberante do que colheitas anteriores, estando mais presente a componente tropical, mas sem nunca perder a acidez e frescura, conseguindo ser frutado sem ser enjoativo.
Em suma, um vinho belíssimo vinho para beber despreocupadamente neste verão, ajudado por um preço imbatível para a sua qualidade.

Nota 15,5
Carlos Amaro

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Soalheiro 2011

Soalheiro 2011
Castas: 100% Alvarinho
Álcool: 12,5%

O Soalheiro é daqueles vinhos que não falham. Primeira marca de Alvarinho em Melgaço, tem sido ano após ano um dos Alvarinhos mais consistentes em termos de qualidade, e sempre a preço bem sensato.
Apesar de nos anos mais recentes terem surgido novas marcas de Soalheiro, nomeadamente o Primeiras Vinhas e o Reserva, ambos fantásticos vinhos, o Soalheiro "normal" continua a ser dos vinhos brancos que mais me dá prazer beber.
Uma das características de que mais gosto neste vinho é a sua capacidade de envelhecer. Apesar da colheita de 2012 estar já no mercado há algum tempo (está muito recomendável também), hoje venho falar da colheita anterior, do 2011, que foi dos Soalheiros de que mais gostei nos últimos anos.
O ano e meio que já tem em garrafa só lhe fez bem.
Mantém um nariz muito rico, intenso e fresco, com notas citrinas, florais, muito mineral, fundo de fruta tropical.
Na boca, é muito elegante e equilibrado. Acidez viva, muito mineral, a fruta tropical já não está tão dominante como quando chegou ao mercado, notas cítricas e algum melado, bastante encorpado.
Apesar de manter ainda todas as notas exuberantes da juventude, penso que o tempo está a adicionar-lhe mais elegância.
Gosto ainda mais dele nesta fase do que quando saiu para o mercado. Está numa fase ótima de beber agora, mas é bom guardar ainda algumas garrafas para mais daqui a uns anos.
Nota:17,5
Preço: 8,90

Carlos Amaro

sábado, 18 de maio de 2013

Marquês de Borba Branco 2012


Produtor: João Portugal Ramos
Castas: Arinto, Antão Vaz, Verdelho, Viognier
Graduação: 12,5º


Nova edição do Marquês de Borba Branco, um dos vinhos mais populares de João Portugal Ramos.
Cor citrina clara. Nariz fresco e mineral, com notas de citrinos e algum vegetal.
Na boca algum tropical e mais citrinos, acidez média, é um vinho fresco.

Um branco descomplicado, sem madeira, ideal para o verão com a sua frescura.

Nota:15
Preço: 4,99€

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Carlos Amaro

quinta-feira, 14 de março de 2013

Rúbrica Branco 2010


Rubrica Branco 2010
Produtor: Luis Duarte Vinhos
Castas: Viognier, Antão Vaz e Verdelho
Graduação: 14,5%


Cor cristalina, a amarelo limão.
Nariz complexo, com aromas a fruta (alperce, pêra), notas tostadas, algum floral, conjunto muito elegante.
Na boca, apresenta um excelente volume, com fruta branca (nada da tropical anda por aqui), notas de baunilha e apontamentos florais, contando com excelente acidez a dar frescura a todo o conjunto. Longa persistência.

Tem corpo e estrutura, o que em conjunto com uma bela acidez lhe permitiu estar muito bem agora, já com 2 anos de garrafa, e com tendência para continuar a dar uma boa prova por mais algum tempo.
Um vinho que não conhecia, e de que gostei muito.
Nota: 16,5
Preço: 9€

Carlos Amaro

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vila Santa Reserva Branco 2011


Produtor: João Portugal Ramos
Região: Alentejo
Castas: Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc


Nova edição do Vila Santa Reserva branco, equipado com a nova roupagem dos vinhos do produtor.
Começa por chamar a atenção devido às castas utilizadas, num conjunto não comum no Alentejo a criar uma curiosidade extra na prova: é feito com Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc (parte estagia em madeira).
Nariz não demasiado exuberante, com citrinos e notas tropicais, fresco, notas de madeira muito bem integradas, sem se sobrepor ao resto.
Na boca é elegante, com as mesmas notas cítricas e de algum fruto tropical, apontamentos vegetais e notas de madeira em segundo plano. Mineral e fresco, tem um final longo.
Está um vinho muito interessante, com o preço adequado para a qualidade apresentada.
Preço:10€
Nota: 17

Carlos Amaro

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Diálogo Branco 2011


Produtor: Niepoort (Vinhos) S.A.
Castas: Rabigato, Codega do Larinho, Gouveio, Dona Branca, Viosinho, Bical e outras
Fermentação: Cubas de aço inox e Barricas de carvalho francês
Estágio: Cubas de aço inox (75%) e Barricas de carvalho francês (25%)
Álcool: 13.4

Versão branca do Diálogo, depois de ter provado o tinto.
Apesar de não ser esta a colheita de estreia no branco, foi a primeira versão deste vinho que provei.
Bastante contido no aroma, tem carácter mineral, aromas a citrinos, algum floral e ainda alperce. A fruta é um pouco pesada, mas o mineral consegue compensar.
Na boca, ao inicio parace um pouco gordo em demasia, com açucar a mostrar-se no final. Tem as mesmas notas de alpece e citrinos que surgem no nariz.
Após algum tempo de abertura, o doce no final melhora, e aparece mais fresco e mineral.
Não gosto tanto como do irmão tinto, mas é um vinho interessante para o verão.
Nota: 14,5

Carlos Amaro

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Marquês de Borba Branco 2011


Castas: Arinto, Antão Vaz, Verdelho, Viognier
Teor Alcoólico: 12,5%
Produtor: J. Portugal Ramos

Depois de provado o tinto, segue agora a nova colheita do Marquês de Borba branco.
Vem com a mesma imagem renovada do irmão tinto e dos Loios já provado no blog.
Bonita cor citrina, agradável à vista. No nariz, notas citrinas e algum mineral.
Na boca, tem alguma estrutura, novamente fruta e uma acidez vincada que o torna um bom vinho para o verão. Persistência média.
Para o meu gosto pessoal está talvez um furo abaixo da versão tinta, mas não deixa de ser um belo vinho a um preço convidativo.

Nota: 15
Preço: 5€

Nota: vinho gentilmente cedido pelo produtor.

Carlos Amaro

domingo, 10 de junho de 2012

Loios Branco 2011


Está já no mercado o novo Loios Colheita 2011, que vem com uma imagem renovada, mais moderna e atraente.
 Este é um vinho de entrada de gama, que se encontra facilmente em qualquer supermercado, a um preço atrativo.
Vinho com aspeto límpido, cor amarelo palha. Nariz não muito intenso, com notas minerais, algum citrino e maçã verde.
Na boca mostra-se mais, é elegante, com a fruta a mostrar-se mais (novamente citrinos,lima) e boa acidez a proporcionar uma boca fresca. Final curto.
Vinho leve, bem feito, sem grandes pretensões, mas que faz o seu papel nesta gama de preços.
Ponto positivo adicional para os seus 12,5º.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor

Nota: 14,5
Preço: 2.99€

Carlos Amaro

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Tons de Duorum Branco 2011


Acaba de chegar ao mercado a segunda colheita deste vinho, depois de uma primeira edição muito bem sucedida e que esgotou rapidamente.
Composto por 30% de Viosinho, 25% de Rabigato, 20% de Verdelho, 20% de Arinto e 5% Moscatel. Vinhas localizadas a uma cota elevada (400 a 600m), não tem qualquer passagem por madeira.
O vinho começa logo a conquistar pelo nariz, muito fresco e frutado, com aromas a citrinos e fruta tropical (maracujá), belas notas florais e um final mineral a dar um toque de maior coplexidade. Ótimo nariz, muito refrescante.
Na boca, confirma-se como um vinho guloso, fácil de beber, com frescura e acidez que ligam muito bem com a fruta (os citrinos outra vez). Estrutura mediana, num conjunto com tudo muito bem feito.
Excelente relação qualidade-preço. Diria que com a qualidade apresentada e preço mais do que acessível é um vinho que será concerteza um caso sério de popularidade. Um verdadeiro vinho anti-crise.
Entra de caras para a minha lista de companheiros para o verão.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Nota: 15,5
Preço: 3.99

Carlos Amaro

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quinta da Pedra Escrita 2010


Região: Douro
Castas: Alvarinho, Rabigato, Verdelho e uma pequena percentagem de Viognier
Produtor: VDS
Enólogo: Rui Roboredo Madeira
Tipo: Branco
Ano: 2010
Álcool: 13,0%

Este vinho é o primeiro «SINGLE ESTATE» de uma Quinta da VDS.
A Quinta da Pedra Escrita está localizada em Freixo de Numão, no Douro Superior, a uma altitude média de 575 metros.
Durante várias gerações pertenceu à família de Rui Roboredo Madeira, sendo em 2007 adquirida pela VDS, empresa da qual é sócio e enólogo.

O vinho teve fermentação e estágio prolongado em madeira francesa com agitação das borras até ao engarrafamento no dia 08 de Abril, após o que estagiou em garrafa durante 4 meses até ao seu lançamento em fim de Julho

Antes de ir à prova do vinho, uma nota para a sua imagem. Gostei muito do rótulo e contra-rótulo, que fazem com que este vinho seja notado também pela sua apresentação.

Aroma intenso, muito cítrico e fresco, aromas florais e notas de erva cortada, grande mineralidade com a barrica muito discreta, no ponto certo a acrescentar complexidade.
Na boca, é um vinho muito fresco e mineral, destacam-se os apontamentos cítricos e ainda algum vegetal e notas fumadas. Muito equilibrado e elegante, final longo e persistente.

Este vinho, apesar da fermentação e estágio em madeira tem um perfil muito mineral e fresco, o que me agrada.  A beber agora dá bastante prazer, mas vou apostar também a guardar uma garrafas, parece-me que terá uma bela evolução nos próximos anos.
Nota: 16,5
Preço: 9,50 €

Carlos Amaro

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Morgado De Santa Catherina Reserva 2009


Produtor: Companhia das Quintas
Castas: 100% Arinto

Mudança de rótulo nesta colheita de 2009 de um dos Arintos mais consistentes portugueses.
Cor amarela, pouco carregada, limpo.
Nariz muito limpo, jovem, aromas frutados a citrinos e ainda algum alperce e ananás, mais notas de baunilha e tosta da barrica, muito mineral. Mais leve do que em versões anteriores.
Este perfil mais frutado também se sente na boca, com a expressividade da fruta em primeiro plano, e menos marcado pela barrica.
Bom volume e acidez, está um vinho muito bem equilibrado, e com um final longo.
Este 2009 parece-me das melhores edições recentes, e é dos um meus varietais Arinto favoritos.
Preço: 9€
Nota: 16,5

Carlos Amaro